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| The Global Plan to Stop Tuberculosis|TB 2011-2015 |
Link, http://www.stoptb.org/global/plan/, consultado a 22 de Novembro de 2010.
" OS OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÉNIO REPRESENTAM UM CONCEITO MAIS AMPLO DE LIBERDADE: PAZ E SEGURANÇA, DESENVOLVIMENTO, E DIREITOS HUMANOS PARA TODOS". (Kofi Annan) ; "OS OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÉNIO NÃO SE CONSEGUIRÃO ALCANÇAR NAS NAÇÕES UNIDAS. DEVEM ALCANÇAR-SE EM CADA UM DOS PAÍSES GRAÇAS AO ESFORÇO CONJUNTO DOS GOVERNOS E DOS CIDADÃOS". Kofi Annan
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| The Global Plan to Stop Tuberculosis|TB 2011-2015 |
Angelina Jolie for World Refugee Day 2010
Fonte:UNHCR
"Refugees are caused by war, poverty and hunger, this is why its important for western countries to not to impose economic sanctions on countries who are not considered as "democratic", only through building infrastructures,developing economy and creating jobs can eradicate poverty, only after this the country can have justice. The 20th June is the world refugee day (...)."
Antonio Guterres UN High Commissioner for Refugees.
Fonte:UNHCR

A LAJE do Trocadéro assim como as suas réplicas tornou-se o símbolo da recusa da miséria, uma fonte de orgulho e de coragem para os mais pobres, assim como para os que se alinharam a seu lado.Stand Up and Take Action on October 16-18th
One by one, country by country, on these days, millions of people all around the world will take part in a united action of standing up in support of the end of poverty and the fulfillment of the Millennium Development Goals.
Attend Event
Organize Event
Act Online
(...).
Fonte,http://standagainstpoverty.org/take-action, copnsultado a 10 de Outubro de 2009.
Sergio Vieira de Mello - UN Photo
A partir de 2010, la Fondation Sergio Vieira de Mello prévoit d’honorer la mémoire et la contribution de M. Sergio Vieira de Mello en lançant un Prix annuel, en son nom, qui sera décerné aux individus, institutions ou communautés en reconnaissance d’actions exceptionnelles entreprises dans le but de réconcilier de façon pacifique les peuples et les parties en conflit. Dès 2010, les lauréat(s) seront annoncé(s) lors de la Journée mondiale de l'aide humanitaire.
Questions – réponses
Q. Qui a institué la Journée mondiale de l'aide humanitaire?
R. L’Assemblée générale a décidé en décembre 2008 de commémorer chaque année la Journée mondiale de l'aide humanitairele 19 août pour « contribuer à sensibiliser le public aux activités humanitaires dans le monde et à l’importance de la coopération internationale dans ce domaine et de rendre hommage à tout le personnel humanitaire, au personnel des Nations Unies et au personnel associé qui s’emploient à promouvoir la cause humanitaire, ainsi qu’à celles et ceux qui ont perdu la vie dans l’exercice de leurs fonctions. »
Q. Le 19 août est également la date à laquelle, en 2003, a eu lieu l’attentat à la bombe contre l’Hôtel Canal à Bagdad et qui a entrainé la mort de 22 personnes parmi lesquelles le RSSG, M. Sergio Vieira de Mello. S’agit-il donc de commémorer cet événement?
R. L’Assemblée générale a estimé que le choix de cette date était approprié. Cette première année sera dédiée principalement à la mémoire de tous ceux et celles qui ont perdu leur vie alors qu’ils étaient engagés dans une opération humanitaire à une époque où ce travail devient de plus en plus dangereux. Le but de cette journée est également de mettre en avant les besoins et défis humanitaires actuels, et en particulier les bénéficiaires au nom desquels nous faisons ce travail.
Q. La Journée mondiale de l'aide humanitaire est-elle dédiée aux travailleurs humanitaires ou bien à la cause humanitaire?
R. Aux deux. Les membres exécutifs du Comité Permanent Inter-Institutions ont déterminé trois thèmes pour les commémorations de la Journée mondiale de l'aide humanitaire de 2009 :
*honorer ceux et celles des humanitaires qui ont perdu leur vie dans l’exercice de leurs fonctions;
*exprimer la reconnaissance pour le travail que les humanitaires accomplissent à travers le monde;
*attirer l’attention sur les besoins humanitaires à travers le monde. D’autres thèmes spécifiques seront retenus pour les commémorations ultérieures.
Q. A quel public cette campagne est-elle destinée?
R. Comme le stipule l’Assemblée générale, cette campagne a pour cible le public en général, aussi bien dans les pays qui reçoivent une assistance humanitaire que dans les pays donateurs.
Q. Combien d’argent [destiné à l’assistance humanitaire] les Nations Unies dépensent pour cette campagne ?
R. Rien. L’Assemblée générale a donné pour instruction que la Journée mondiale de l'aide humanitaire soit commémorée « dans le cadre des ressources existantes » ce qui signifie qu’aucun membre du personnel ou activités supplémentaires n’a été budgétisé pour cette campagne.
Q. Pourquoi la Journée mondiale de l'aide humanitaire ne dispose pas d’un logo?
R. Les membres exécutifs du Comité Permanent Inter-Institutions ont demandé à OCHA de coordonner les activités des membres de la communauté humanitaire pour cette commémoration et de faire connaître la journée inaugurale à travers le réseau du Secrétariat de l’ONU, y compris le Département de l’Information et le Centre d'actualités; les réseaux de distribution des institutions des Nations Unies et le réseau des ONGs. Il convient cependant de noter que la Journée mondiale de l'aide humanitaire n’est pas exclusive à l’ONU ou à une quelconque institution ou organisation.
Q. Que peuvent faire les autres institutions ainsi que le public en général pour soutenir la Journée mondiale de l'aide humanitaire ?
R. S’assurer que les collègues et membres du public soient au courant de la Journée, grâce notamment à la distribution de la brochure sur la Journée mondiale de l'aide humanitaire ainsi que le spot d’une minute; en utilisant les messages clés prévus à cet effet pour que les personnalités politiques et représentants officiels en parlent lors de rencontre avec les médias; en disséminant ces informations aussi largement que possible à travers les réseaux formels et informels; en faisant pression sur les principaux médias nationaux et internationaux pour qu’ils diffusent le spot d’information incluant la déclaration du Secrétaire Général; en encourageant les travailleurs humanitaires, quand cela est possible, à parler de leur travail aux médias; en organisant des évènements publics présentant l’action humanitaire.
Fonte,http://www.un.org/fr/events/humanitarianday/2009/qna.shtml, consultado a 11 de Setembro de 2009
Refugiados afegãos fazem fila para buscar água no campo em New Shamshatoo, Paquistão. ©UNHCR/C.Shirley
Refugiados são o símbolo de nossos tempos turbulentos. A cada novo conflito que se inicia, jornais e televisões em todo o mundo são tomados por imagens de multidões se movimentando, fugindo dos seus próprios países com a roupa do corpo e poucas coisas que podem carregar. Quem sobrevive a esta jornada depende da boa vontade de países vizinhos em abrir suas portas e da habilidade de organizações humanitárias em prover comida, abrigo e atenção básica.
Mas o que acontece quando o êxodo termina, os jornalistas vão embora e o mundo volta sua atenção para a próxima crise? Na maioria dos casos, os refugiados são deixados para trás, obrigados a gastar os melhores anos de suas vidas em campos e acampamentos miseráveis, expostos a todos os tipos de perigos e com sérias restrições sobre seus direitos e liberdades.
O problema das situações prolongadas de refúgio atingiu proporções enormes. De acordo com recentes estatísticas do ACNUR, cerca de seis milhões de pessoas têm vivido no exílio por cinco anos ou mais - sem contar os mais de quatro milhões de refugiados palestinos. Mais de 30 situações como esta são encontradas no mundo, a grande maioria em países da África e da Ásia que sofrem para atender as necessidades dos seus próprios cidadãos.
Muitos desses refugiados estão, na prática, presos nos campos e nas comunidades onde estão acomodados. Não podem voltar casa porque seus países de origem – Afeganistão, Iraque, Myanmar, Somália e Sudão, por exemplo – estão em guerra ou afetados por sérias violações dos direitos humanos. Na maioria dos casos, as autoridades dos países de refúgio não permitem a integração local nem concedem cidadania. Apenas uma pequena parcela consegue ser reassentada na Áustrália, Canadá, Estados Unidos ou outro país desenvolvido.
Durante longos anos no exílio, esses refugiados são confrontados com uma vída difícil. Em alguns casos, não têm liberdade de movimento ou acesso à terra, e não podem procurar trabalho. O tempo passa, e a comunidade internacional perde o interesse nessas situações. O financiamento seca, e serviços essenciais como educação e saúde ficam estagnados e se deterioram.
Espremidos em acampamentos lotados, sem renda e sem o que fazer para ocupar seu tempo, esses refugiados são afetados por todas as doenças sociais, incluindo prostituição, estupro e violência. Não é de se estranhar que, mesmo com todas as restrições, muitos assumem o risco de se mudar para áreas urbanas ou migrar para outro país, colocando-se nas mãos perigosas de traficantes de pessoas.
Meninas e meninos refugiados sofrem enormemente nestas circunstâncias. Uma proporção crescente dos exilados do mundo nasceram e cresceram no ambiente artificial de um campo de refugiados, seus pais sem condições de trabalhar e, em muitos casos, dependentes de escassas rações fornecidas por agências internacionais de ajuda. E mesmo se a paz retorna a seus países de origem, esses jovens voltarão para uma “terra natal” que nunca viram e onde não podem sequer falar a língua local.
Considero intolerável que o potencial humano de tantas pessoas está sendo desperdiçado durante seu tempo em exílio. É imperativo que medidas sejam tomadas para encontrar uma solução para essa triste situação.
Primeiro, é necessário um esforço concertado para deter os conflitos armados e as violações de direitos humanos que obrigam as pessoas a deixar seus países e viver como refugiados. Neste aspecto, a ONU tem um papel particularmente importante, como mediadora, negociadora, por meio do estabelecimento de forças de paz ou punindo os culpados por crimes de guerra.
Segundo, mesmo que o financiamento esteja escasso por causa da atual crise financeira, todo esforço deve ser feito para melhorar as condições dos refugiados em exílio prolongado, estejam vivendo em acampamentos, nas cidades ou na zona rural. É preciso priorizar o fornecimento de meios de vida, educação e treinamento. Com esses recursos à disposção, os refugiados terão uma vida mais produtiva e recompensadora, podendo preparar seu futuro - onde quer que seja.
Finalmente, mesmo sabendo as situações prolongadas de refúgio não serão resolvidas levando todas as pessoas para países desenvolvidos, as nações mais ricas devem reassentar parte dessa população, principalmente as pessoas com maior risco de segurança e bem estar, demonstrando sua solidariedade com os países que abrigam grande números de refugiados.
Os problemas dos refugiados são responsabilidade da comunidade internacional, e só são efetivamente enfrentados com cooperação e ações coletivas.
Devemos assegurar que a assistência dada aos resultados também beneficiam as populações locais. Devemos encorajar a comunidade internacional a apoiar adequadamente os países dispostos a naturalizar refugiados e dar cidadania a eles.
E devemos estabelecer abordagens mais efetivas para o retorno e reintegração de refugiados em seus países de origem, fazendo com que se beneficiem e contribuam para os processos de construção da paz.
António Guterres é o Alto Comissário da ONU para Refugiados, chefe do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e ex-Primeiro Ministro de Portugal.
Fonte,http://www.acnur.org/t3/portugues/paginas/dialogo2008/exilio-duradouro-por-antonio-guterres/, consultado a 10 de Dezembro de 2008.